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Profissionais discutem documentos do currículo escolar da Educação de Jovens e Adultos

Na terceira etapa da formação, professores socializaram atividades protagonizadas pelos alunos

Publicado em: 09/10/2019 por Kayla Pachêco

Secretaria de Educação

Profissionais discutem documentos do currículo escolar da Educação de Jovens e Adultos

Esta é a penúltima etapa de um ciclo de quatro encontros realizadas durante o ano. (Foto: Kayla Pachêco)

Professores, coordenadores e supervisores que trabalham com a Educação de Jovens e Adultos, EJA, participaram da terceira etapa de estudos sobre o Documento Curricular do Território Maranhense, que atende às competências e habilidades da Base Nacional Comum Curricular, BNCC.

Na pauta do encontro de terça-feira, 08, na Escola Municipal Frei Manoel Procópio, além dos estudos direcionados pelas equipes dos setores de Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação, Semed, professores apresentaram atividades realizadas nas escolas durante o 3° bimestre letivo. Além dos conteúdos exigidos no currículo, ações protagonizadas pelos alunos contemplam incentivo à leitura, diversidade cultural, pesquisa científica e o mundo do trabalho.

“Esses encontros periódicos auxiliam no planejamento coletivo das ações voltadas a um público especial, os jovens e adultos que não puderam concluir o Ensino Fundamental na idade certa. São trabalhadores que buscam na escola, oportunidade de ascensão social. Por isso todas as oportunidades de aprendizado da EJA devem ter estreito vínculo com a rotina deles”, ressalta Ana Meires Pereira, coordenadora da EJA na rede municipal.

De acordo com a equipe da Semed, esta é a penúltima etapa de um ciclo de quatro encontros realizadas durante o ano. A formação continuada é direcionada para professores das áreas de Língua Portuguesa e Inglesa, Matemática, Ciências, História, Geografia e Globalizada. Coordenadores e supervisores também estiveram reunidos para ajustar ações do último bimestre letivo como o segundo simulado para avaliações externas como o Encceja e a formatura da EJA.

A pedagoga Shirley Torquato atua na EJA há três anos. Professora da turma de primeira fase Globalizada na Escola Madalena de Canossa, ela conta que a rotina da sala de aula e os momentos de discussão propiciam ensino mais criativo e incentivam a participação cidadã.

“Já estamos no final dos encontros de planejamento sobre a regionalização da BNCC, onde discutimos ações dos projetos das escolas. É muito proveitoso, pois quando retornamos à sala de aula, a devolutiva desses estudos tem proporcionado resultados positivos, pois os alunos ficam mais motivados e confiantes para falar em público, estudar e produzir conhecimento. É motivador tanto para os alunos como para nós professores”, elogiou.

 

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