Hospital Municipal de Imperatriz

BOLETIM

Socorrão e estatística - De 09 de janeiro a 12 de fevereiro de 2020

Primeiros 35 dias revelam números fantásticos. De 5.776 atendidos, só 105 óbitos: média de 1,82% – menos da metade da nacional

Publicado em: 15/02/2020 por Assessoria de Comunicação

Secretaria de Saúde

Socorrão e estatística - De 09 de janeiro a 12 de fevereiro de 2020

Dos 5.776 que deram entrada em 35 dias, somente 105 vieram a óbito, 1,82%, quando a média nacional é de 4,49% e a do Rio de janeiro (pior do Brasil) é de 7,12% (Foto: Patrícia Araújo)

Média/DIA
LEITOS
Média UTI/dia Pronto Socorro
181 99% 5.776
98 daqui 61% daqui 3.042 daqui
83 de fora 39% de fora 2.734 de fora

 

Exames Exames de Laboratório Cirurgias Refeições Óbitos
5.742 9.069 628 51.381 105

O período levantado vai de 9 de janeiro a 12 de fevereiro de 2020, quanto se determinou publicar o boletim diário geral de ocorrências (veja no Portal da Prefeitura). Para que se entenda o quanto é superlativo o universo chamado Hospital Municipal de Imperatriz, o Socorrão, as comparações dos atendimentos, por especificidade, só podem ser estabelecidas tomando como parâmetros populações inteiras de outras cidades maranhenses. 

Em 35 dias, 5.776 pessoas deram entrada no Pronto Socorro do HMI. Esse número representa mais do que a população de cada um dos noves menores municípios do Estado. As refeições servidas no período, para pacientes, acompanhantes e funcionários, somam 51.381, quase igual à população inteira de Zé Doca (51.714), que é a 24ª. maior do Maranhão. Exames de laboratório somaram 9.069, muito próximo da quantidade de moradores da vizinha Montes Altos (9.160 habitantes). 

Foram 628 cirurgias, maioria delas (298) de ortopedia; as demais distribuídas em 11 especialidades, inclusive 9 plásticas (de reparação). "O fato de termos praticamente todas as especialidades nos faz um hospital totalmente resolutivo, com média de mortalidade baixíssima, a menor do Brasil” - ressalta o prefeito Assis Ramos. 

De fato. Dos 5.776 que deram entrada em 35 dias, somente 105 vieram a óbito, 1,82%, quando a média nacional é de 4,49% e a do Rio de janeiro (pior do Brasil) é de 7,12%. “Saltamos de duas salas cirúrgicas precárias para sete altamente tecnológicas; já modernizamos e climatizamos 40% das enfermarias e caminhamos para os 100%. Temos desempenho elogiável, graças aos investimentos e à dedicação dos nossos médicos, enfermeiros e técnicos enfermagem, além do pessoal de apoio” - comemora Assis.

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